sábado, 7 de janeiro de 2017

Primeiro Dia em Nárnia: O Sobrinho do Mago - C.S. Lewis



[...] _Pronto! exclamou Digory. Tudo certo. Agora vamos á exploração. Qualquer lago serve. Vamos experimentar este aqui.
_ Um momento! Não vamos fazer uma marca neste lago?
Ficaram pálidos e de olhos arregalados, quando perceberam a extensão da loucura que Digory estava por cometer. Pois existiam inúmeros lagos no bosque, todos iguais, e iguais também eram as arvores. Se não assinalassem o lago que conduzia ao nosso mundo, as possibilidades de encontrá-lo novamente seriam mínimas.

(Ref: O Sobrinho do Mago, pág 43)
É, na vida parece que é assim mesmo; um bosque cheio de lagos onde cada um deles é um mundo diferente do outro.

Temos o livre arbítrio munido ao espírito aventureiro que nos levam a explorar novas culturas, línguas, raças, ideais, etc. Tão ariscado quanto navegar por civilizações ou terras distintas é não ter a referencia de “onde somos”. Da nossa casa. Do nosso mundo. Para onde voltaremos.

Esquecemos as vezes que estamos em um mundo de passagem, mas se olharmos para o que realmente importa, isto é, as referencias do “nosso mundo”, certamente não ficaremos perdidos.

Jesus é a referência.

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